domingo, 29 de junho de 2008

Famosos do blog

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"Famosos" no Blog.

"Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus." (Lucas 18 : 16)

sábado, 28 de junho de 2008

O conteúdo da pregação


Izaias Resplandes

Um dos grandes dilemas do pregador consiste em definir o tema de sua fala quando é chamado para fazer a pregação. Mesmo que ao desavisado possa parecer simples dizer que é suficiente falar de Jesus, o assunto realmente acarreta certo grau de complexidade, principalmente em função das diferentes posições que se verificam em seu entorno. Há quem pense, por exemplo, que não há necessidade de se fazer nenhuma preparação e que na hora da pregação basta orar e pedir a Deus, o qual, por meio do Espírito Santo, revelará tudo o que deverá ser dito (teoria da revelação). Outros entendem que a pregação deverá estar embasada na racionalidade e na objetividade, as quais serão obtidas através de um planejamento prévio e de muito estudo (teoria da racionalidade). E uma terceira posição, mas certamente não a última, é defendida por aqueles que entendem que as duas teorias devam ser parcialmente unificadas. O pregador deverá orar e pedir a Deus a sabedoria e o discernimento a respeito do conteúdo de sua mensagem. Mas, sendo instrumento de Deus, deverá também usar todos os atributos que lhe foram dados por Ele para levar a um bom termo a sua mensagem, planejando e se preparando adequadamente com estudos e pesquisas, o conteúdo que apresentará aos seus destinatários (teoria mista). Essa é a posição que defenderemos, por entender que está mais adequadamente embasada na Palavra de Deus (At 9:15; Rm 6:12-13; Tg 1:5; 1 Tm 4:14-16).

A teoria da revelação baseia-se na fé absoluta. Entendemos que essa teoria já teve o seu espaço temporal de aplicação plena e que hoje deve ser temperada com uma preparação material (pesquisa e estudos). A revelação é um dos dons do Espírito, estando prevista na Bíblia (1 Co 14:6, 26; Gl 1:12), mas hoje é um dom quase em desuso, uma vez que praticamente tudo o que se deveria revelar já está revelado, embora nem todos possam ainda compreender tudo, principalmente porque não foi dado a todos o direito de compreender tudo (Dt 29:29; Rm 1:18-20; 16:25-27; Mt 13:10-17, 43; Jo 10:3). Nesse sentido, cabe aos fiéis, com a ajuda do Espírito Santo, sempre seguido de oração, estudar a Palavra, examiná-la, pesquisá-la, inquiri-la e se apropriar daquilo que será possível compreender em função do estágio de maturidade espiritual e até mesmo material de cada um (Mt 10:26; Jo 5:39; 1 Co 2:6-11). A intervenção especial de Deus só ocorrerá em casos de extrema necessidade. Na grande maioria dos casos, o homem terá que “empregar esforço” para obter o que deseja (Mt 11:12; Lc 13:24).

É certo que muitas coisas da Bíblia serão incompreensíveis para uns, mas não para outros. Tudo vai depender do grau de desenvolvimento espiritual individual, haja vista que o mesmo tempo e espaço sempre estará sendo ocupado por pessoas com diversos graus de percepção (Fp 3:12-16). Haverá, inclusive, aqueles que declararão não entender absolutamente nada, principalmente como forma de oferecer uma válvula de escape para se eximirem de qualquer responsabilidade (Mt 11:25 Hb 5:11-14; Mt 25:14-25). Deus, em nenhuma hipótese, será complacente e misericordioso com o preguiçoso e indolente (Pv 6:6-11; 21:25; Mt 25:26-30). Ficar esperando a revelação sem procurar entender as coisas com a capacidade que Deus nos deu é ser negligente, é fazer a obra de qualquer maneira (Jr 48:10; Tg 1:7-8). É tentar ao Senhor (Mt 4:6-7).

É de destacar que tais observações não significam dizer que a fé não seja necessária. Absolutamente! A fé é, com certeza, o maior dos dons divinos. Ela “vem por meio de Jesus” (At 3:16; Mt 11:27), através do Espírito Santo, quando pregamos a Palavra, por meio da qual Ele convence o homem de seu pecado e da justiça e do juízo de Deus (Rm 10:16-17; 1 Co 12:3; Jo 16:7-11). A fé é necessária para salvação, posto ser um ato de fé, a qual é dada aos homens previamente escolhidos para que possam crer que Jesus é o Cristo e, crendo nele, possam ser salvos (At 16:30-31; Ef 2:8).

E aqui surge uma grande controvérsia, na qual não nos delongaremos. Como diz Paulo em Fp 3:15, “se, porventura, pensais doutro modo, também isso Deus vos esclarecerà”. A questão é que, mesmo que a Palavra diga que o desejo de Deus é que todos cheguem ao arrependimento e sejam salvos (2 Pe 3:9), a salvação não está destinada a todas as pessoas, pois é certo que nem todas elas foram vocacionadas por Ele para receberem a Jesus como Senhor e Salvador (Jo 1:11-12). Algumas estão e outras não. E as que estão, repita-se, estão porque Ele mesmo as vocacionou, escolhendo-as para fazerem parte da família de Deus (Mt 22:9-14; Mc 13:20; 1 Co 1:26-29; Ef 1:3-5; 2 Ts 2:13-14).

E, por último, é de destacar que, embora muitos queiram discutir o comportamento de Deus, principalmente os menos zelosos, essa não é uma matéria discutível. A misericórdia de Deus não é passível de discussão. Se Ele quer fazer o bem a um e não a outro, ser misericordioso com um e não com outro, essa é uma prerrogativa dele e não nos compete entrar nos méritos dessa questão. Somos filhos adotivos Dele, porque Ele nos fez seus filhos por Sua vontade e não porque nós merecíamos. Mas se Ele quisesse que fosse de outra forma, para Ele não haveria problema algum, pois, como disse João Batista, até de pedras Deus pode fazer filhos a Abraão. Não foi Adão feito, porventura, do pó da terra e Eva, sua mulher, não foi feita a partir de uma costela de Adão? (Gn 2:7, 21-22; Jr 32:17; Mt 3:8-9; Jo 1:12-13; Rm 14:1; Mt 20:1-15).

Conclui-se, por conseguinte, que o conteúdo da pregação é a própria Palavra de Deus. Todavia, a mesma não deve ser apresentada de qualquer maneira e com desleixo, mas precedida de oração e de estudos aprofundados sobre a temática previamente escolhida. Sempre se deve ter em mira que Jesus deve ocupar o centro da pregação. As Escrituras falam a seu respeito e, portanto, Ele não pode ficar de fora da pregação como às vezes se encontra igualmente fora até mesmo de algumas igrejas (Ap 3:20). Esse é o entendimento. Rogamos a Deus que possa estendê-lo a todos, com vista ao crescimento na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, ao qual “seja a glória, tanto agora como no dia eterno” (2 Pe 3:18).

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Eu Sou Famosa

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Eu sou famosa e estou no blog da Missão...

Mariana - 4 anos, filha do casal Fabian e Valdirene Cisneiros da Igreja da Vila Kellen - Campo Grande-MS

quarta-feira, 25 de junho de 2008

"Até aqui o Senhor nos ajudou"


Hoje, dia 25 de junho, queremos parabenizar o casal de missionários Ademar Soares de Lima e Elizabeti pelos 31 anos de feliz vida conjugal. Desta união nasceram cinco filhos: Raquel, Itamar, Osmar, Gilmara e Jussara. Todos são crentes no Senhor Jesus Cristo e membros da Igreja Neotestamentária de Nova Olímpia - MT, sendo que o Itamar é um dos presbíteros da igreja alí. Eles já tem três netos, duas meninas e um menino.

O casal reside hoje em Tangará da Serra onde estão plantando uma igreja.

Orem por eles.

domingo, 22 de junho de 2008

Nota Internacional

Irmãos da Igreja de Passo de los Libres na Província de Corrientes-Argentina.
Libres fica separada do Brasil pelo rio Uruguai, no sul do país.
Os irmãos são alegres e hospitaleiros.
Vale a pena conhecê-los!
Lembrem-se deles em suas orações
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sábado, 21 de junho de 2008

A autoridade do pregador


Introdução. De acordo com os princípios bíblicos, o ato de falar ou pregar é muito importante, mas deve ser exercido com critérios rigorosos, de forma consciente e racional, caracterizando a autoridade do pregador sobre o assunto em discussão, a fim de que possa gerar nos ouvintes os efeitos desejados. A presente reflexão pretende trazer algumas luzes sobre os critérios da fala ora destacados, visando utilizar os mesmos para instrumentalizar a palavra da pregação, a fim de que ela possa cumprir o seu mister de produzir os pretendidos frutos de salvação àqueles que desejarem alcançar tais benefícios.

1. A fala consciente. A primeira regra para aquele que deseja pregar consiste em dominar o assunto. Esse é um princípio didático. Jesus destacou para Nicodemos que “nós dizemos o que sabemos” (Jo 3:11). Também criticou os saduceus por desejarem falar do que não sabiam, dizendo-lhes que eles erravam porque não conheciam “as Escrituras” (Mt 22:29). Judas, por seu turno, nos versículos 4 e 10 de sua epístola, faz um destaque especial para “certos indivíduos” que “difamam a tudo o que não entendem” e conclui que os tais “foram antecipadamente pronunciados” para a devida condenação, complementando que são “homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo”. Parece-nos que o mesmo se dava com os membros da igreja de Laodicéia (Ap 3:17).
O apóstolo Paulo, por sua vez, também traz orientações preciosas a respeito da importância do conhecimento das Escrituras para o pregador. Segundo ele, àqueles que “não se importaram de ter conhecimento de Deus, Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm” (Rm 1:28). A conclusão é que, se não faço caso da Palavra Divina, se não me preocupo com aquilo que falo, então Deus permite que eu me aprofunde cada vez mais no lamaçal da desinformação e me afaste cada vez mais dele, para que fiquem bem claro quem são os filhos da luz do conhecimento e quem são os filhos das trevas da ignorância.
Por outro lado, são dignas de serem decoradas as palavras que o apóstolo diz a Timóteo sobre a honra que o saber proporciona ao pregador e sobre a vergonha que o não saber acarreta. Diz ele: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da Verdade” (2 Tm 2:15). E avançando nessa orientação pedagógica, diz ao seu discípulo para que permanecesse naquilo que já tinha aprendido e se inteirado, principalmente porque seus mentores eram pessoas dignas de confiança e tinham, portanto, autoridade para ensinar as “sagradas letras” que tornam o homem “sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2 Tm 3:14-15).

2. A fala racional. É certo que existe o mundo dos homens e o mundo de Deus, as coisas visíveis e as invisíveis, os olhos materiais e os olhos da fé (Hb 11:1). Isso, todavia, não significa que, simplesmente, pelo fato de sermos crentes, devamos agir como se somente as coisas espirituais possam ter valor para nós. É fato que, se não formos capazes de entender as coisas terrenas, dificilmente seremos aptos para compreender as espirituais. Foi isso que Jesus disse para Nicodemos (Jo 3:12). É algo semelhante a isso que o apóstolo escreve a respeito do amor a Deus, quando chama de “mentiroso” àquele que diz amar a Deus, mas que odeia “a seu irmão”, pois, conclui que, se alguém “não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1 Jo 4:20).
Outrossim, é de observar que Paulo conclama os crentes romanos a uma transformação da mente (Rm 12:1-2). Isso significa que a análise das coisas essenciais para a nossa vida requer uma melhor forma de apreensão. Elas exigem um comportamento racional, que seja guiado pela razão. Pedro, de igual forma, também faz esse chamamento aos seus interlocutores, ao dizer-lhes para desejarem “afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado” que leva ao crescimento (1 Pe 2:2). Também é de destacar nessa matéria, a crítica registrada em Hb 5:12 referente ao comportamento infantil e irracional de muitos crentes que, “devendo já ser mestres pelo tempo, ainda [necessitavam de ensino sobre] os primeiros rudimentos das palavras de Deus”.
Por último, é de observar o destaque que Paulo faz sobre o falar em língua desconhecida sem saber do que se está falando. Ele diz que isso não traz proveito para o crente (1 Co 14:14).
Nesse sentido, é de concluir que o entendimento lógico e racional é essencial não somente para a obtenção do que se deseja, mas principalmente para que o crente possa crescer espiritualmente.

3. A fala com autoridade. Todas as observações já feitas caminham para este ponto. Somente tem autoridade para falar sobre determinado assunto, aquele que tem conhecimento da matéria. Jesus nos deu o exemplo a ser seguido. Desde criança Ele procurou aprender as coisas que os mestres terrenos poderiam ensinar a alguém. Jesus esteve entre os doutores desse mundo, “ouvindo-os e interrogando-os” (Lc 2:43). Esse é um comportamento que se espera de cada crente. Ele disse: “aprendei de mim” (Mt 11:29). E ele era alguém que falava com autoridade (Lc 4:32).
Por último, destaca-se a orientação paulina a Tito, quando lhe manda falar, exortar e repreender “com toda a autoridade” (Tt 2:15).

Conclusão. O crente deve pregar o evangelho. Todo crente deve fazer isso. Não se requer um dom especial para essa tarefa. Todavia, é dever do crente buscar com zelo o dom de profetizar, para que pregue a palavra com entendimento e não envergonhe o evangelho (1 Co 14:39). Esse zelo implica estudo, pesquisa, oração, dedicação. Se não há conhecimento, se não há entendimento, então é melhor que o discípulo fique calado e que vá primeiro aprender para que não venha ser enquadrado como os saduceus (1 Co 14:28). Aliás, é no silêncio, apenas ouvindo, que muitos podem obter o conhecimento de que necessitam para se chegar à presença de Deus (Cf. 1 Tm 2:11; Rm 10:17; Tg 1:19).
Que o Altíssimo possa nos conceder graça para aprendermos a sua Palavra, a fim de que possamos transmiti-la àqueles que dela necessitam para alcançar a vida eterna (Jo 5:24).

Ilustração: Vista do Acampamento Rio dos Crentes, em Poxoréu, MT.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

CONGRESSO JOVEM




Dia 13 de junho, a Igreja da Vila Planalto, em Campo Grande-MS, promoveu o Congresso Jovem, tendo como tema: "Jovem, qual é o seu chamado?". Coordenaram a atividade o Pr.Délcio Vesenick e sua esposa Roseli. Como preletores foram convidados os Prs. Peter Daniel Rees Júnior e Antonio Torrezan. Participaram 22 jovens das igrejas da Vila Planalto, Vila Kellen e ainda a jovem Jéssica da igreja da frei Mariano em Corumbá-MS.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

NEO EM FESTA

CASAIS ENAMORADOS

Dia 11 de junho, a igreja da rua Frei Mariano, aproveitando a comemoração do dia dos namorados, promoveu um jantar para os eternos enamorados, os irmãos que já estão casados. O evento aconteceu no restaurante Sarã, um local aconchegante e muito bonito, com vista para o pantanal. Participaram 16 casais. Foram feitas dinâmicas com os esposos e esposas para ver o quanto se conhecem realmente. Houve distribuição de brindes, muita alegria e comunhão. Felicitamos o diácono Eliseu da Silva Campos e sua esposa Fátima Jaqueline, promotores do jantar, pelo esmero e carinho no preparo de tudo.

Dia 13 de junho, a igreja da Nova Corumbá, também aproveitando a data do dia 12, na qual um dos presbíteros o irmão Atair de Souza e sua esposa Raquel faziam 20 anos de casados, Bodas de Porcelana, convidaram os casais daquela igreja, casados ou namorados, para um jantar na Churrascaria do Gaúcho. A intenção não era só comemorar o dia dos namorados, mas principalmente fazer uma surpresa ao querido casal Pr. Atair e sua esposa Raquel. Estão de parabéns os irmãos daquela igreja pela excelente programação, com direito a declarações, brindes, louvor e muita alegria! Mais detalhes sobre as Bodas de Porcelana do casal, Pr. Atair e Raquel, acesse http://www.chacaraportaldafé.blogspot.com/.

terça-feira, 17 de junho de 2008

ALEGRIA DUPLA NO CÉU


1- CASAMENTO – Dia 08, a igreja da rua frei Mariano, realizou uma cerimônia rogando as bênçãos do senhor sobre o casal Edmárcio Carmo Oliveira de Souza e Rosiani Borges Scalas Galvarro. Presidiu este ato o presbítero Edson Ferreira, que se dirigiu aos presentes da seguinte forma: “Hoje quero falar sobre o retorno do filho pródigo e o encontro com a ovelha perdida”. Contou então que há 11 anos, o jovem Edmárcio, membro da igreja, se afastou dos caminhos do Senhor. Lá fora encontrou a “ovelha perdida”. Desse relacionamento nasceram quatro filhos: Bruna(11), Lucas (9), Bianca(4) e Camily(2). Hoje, o filho pródigo, a ovelha salva e seus filhos estão nos caminhos do Senhor. A família em Cristo regozijou-se com eles e depois da cerimônia, ofereceu um ágape ao casal e seus familiares, os quais se fizeram presentes em massa, além de, lógico, presenteá-los também.
2 - CONVERSÃO – Nessa mesma noite, após a preciosa mensagem de salvação dada pelo diácono Eliseu da Silva Campos, o jovem Valdney Rocha Soares, de 26 anos, manifestou o desejo de seguir a Cristo. Aleluia! “Há alegria no céu por um pecador que se arrepende”. Lc 15:7.


segunda-feira, 16 de junho de 2008

Bodas de Prata


BODAS DE PRATA

Dia 28 de maio de 2008, o diácono da igreja da rua Frei Mariano, Eliseu da Silva Campos e sua esposa Fátima Jaqueline, fizeram 25 anos de casados, Bodas de Prata.Dessa união nasceram três filhos: Michele(23), formada em publicidade, Matheus(19) que é acadêmico de Arquitetura e Lívia (12) que está cursando o ensino fundamental. Que o Senhor continue a usar o casal na sua obra e que derrame chuvas de bênçãos sobre a sua família.
Salmos 128-1:6
1. Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos.
2. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem.
3. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa.
4. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor.
5. O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida.
6. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.

terça-feira, 10 de junho de 2008

1º Encontro de Casais















Participantes do 1º Encontro de Casais realizado em Corumbá-MS, na Associação Boliviana, dia 7 de junho de 2008. Participaram 22 casais.




O casal de missionários Isaias e Rosangela da Silva Almeida, responsável pela palestra cujo o tema foi "Homens e Mulheres de Verdade".




















O 1º Encontro de Casais realizado na cidade de Corumbá-MS, foi uma promoção da Rádio FM Pantaneira, através do programa "A Tarde é Show", do qual é responsável o presbítero Ari de Carvalho. Na foto acima, da esquerda para direita temos Noemia e Ari de Carvalho, casal que coordenou o evento, e Heitor Rocha, diretor da Rádio FM, com sua esposa Regina.





Parabéns aos integrantes da comissão organizadora do evento pelo excelente desempenho, irmãos Júlio César e Cristiana Miranda, Lenir e Carlos de Carvalho.


segunda-feira, 9 de junho de 2008

Visita à Neo de Primavera do Leste, MT

Flagrante dos irmãos ao término do culto: à frente Mazinho e esposa e Fernando Vieira
Neste domingo estivemos visitando os irmãos da Igreja Neotestamentária de Primavera do Leste, MT. Eles continuam animados e muito interessados no progresso do evangelho ali. Há, inclusive, adultos novos convertidos. É sinal que Deus está abençoando o trabalho ali. Na ocasião pregamos sobre "O Segundo Nascimento" (mensagem abaixo).
Atualmente, estão à frente dos trabalhos os casais Altamiro e Sarah Luz e Valmir e Imirene Resplande.

Flagrante dos irmãos ao final da reunião. À frente, o casal Altamiro e Sarah Luz.

domingo, 8 de junho de 2008

O segundo nascimento

Crianças buscando o conhecimento no Acampamento de Poxoréu, MT

Introdução. Salvo as exceções científicas decorrentes da fertilização artificial e outros processos similares, todos nós chegamos a este mundo por meio de um processo de fecundação natural, resultante do relacionamento entre um homem e uma mulher. A Bíblia, contudo, registra as palavras de Jesus, destacando a necessidade de um segundo nascimento para que uma pessoa possa ver ou entrar no reino de Deus (Jo 3:3, 5). Objetivamos falar um pouco a respeito dessa temática, dada a importância de tal conhecimento em relação ao futuro de cada um de nós na eternidade, o qual poderá ser no reino dos céus, em uma das moradas que Jesus foi preparar para os seus discípulos, ou no eterno lago que arde com fogo e enxofre e que equivale à segunda morte (Jo 14:1-3; Ap 21:8).

1. A necessidade de conhecimento. A conversa de Jesus com o mestre Nicodemos tem um desfecho desagradável para aquele juiz, membro da mais alta Corte de Justiça israelense, o Sinédrio – composto de pessoas com notável conhecimento a respeito das leis regentes e vigentes naquele Estado teológico.
Nicodemos demonstra não possuir grandes conhecimentos no que concerne às coisas espirituais e sofre as críticas de Jesus por conta disso (Jo 3:10-12). Em síntese, Jesus enfatizou a necessidade de se ter o conhecimento para que possamos dizer alguma coisa. É condenável a prática daqueles que desejam falar sem o devido preparo, sem a pesquisa, sem o estudo, sem a necessária fundamentação teórico-prática.
Aliás, essa não foi a única vez que Jesus enfatizou a necessidade de conhecer. Em outra oportunidade, quando explicava a sua missão salvífica, Jesus destacou que aos seus ouvintes que eles não eram capazes de ouvir, ver e reter a Palavra de Deus, porque não a examinavam e, portanto, não a conheciam (Jo 5:39). O mesmo destaque foi feito quando Ele respondeu à pergunta dos saduceus em relação à mulher que tivera sete maridos antes de morrer. Eles queriam saber de quem ela seria esposa na eternidade. Jesus disse-lhes que eles erravam porque não conheciam as Escrituras (Mt 22:29).
Todo aquele que deseja tomar qualquer decisão, precisa ter conhecimento. Paulo chamou a atenção de Timóteo para que procurasse apresentar-se com obreiro aprovado, que não viesse a se envergonhar por falta de capacidade para manejar a Palavra da Verdade (2 Tm 2:15).
E, finalmente, todos nós somos convocados pelo apóstolo Pedro para buscar o crescimento no conhecimento da Palavra que testifica a respeito de Jesus (2 Pe 3:18).

2. O conhecimento reforça a fé. Diz a Bíblia que a fé é a certeza das coisas que se esperam. A convicção dos fatos que se não vêem (Hb 11:1). De fato, não precisamos de fé para ter certeza em relação às coisas já materializadas e já acontecidas. Mas, o conhecimento dessas coisas pode nos servir de fundamento para que venhamos crer naquelas que ainda são colocadas como hipótese e que ainda estão por vir.
Observando a quantidade de profecias que já foram cumpridas, temos fortes indícios de que aquelas que ainda não se concretizaram, também vão se realizar. Diz a Bíblia que as coisas terrenas são sombras das espirituais (Mt 24:33; Cl 2:17; Hb 8:5). Nesse sentido, devemos procurar o conhecimento das coisas que já estão reveladas na criação e, inclusive, utilizá-lo em nosso favor. Na medida em que formos fazendo isso, vamos igualmente crescendo em maturidade espiritual, porque vamos compreendendo melhor as coisas de Deus (Dt 29:29).
A fé é necessária para produzir a salvação da pessoa. Jesus disse que aquele que ouvisse a sua palavra e cresse naquele que O enviou, teria a vida eterna (Jo 5:24). Paulo acrescenta a esta reflexão uma pergunta: “Como crerão naquele de quem nada ouviram?” (Rm 10:14). Destaca-se, desta forma, a necessidade do ouvir para se obter a fé necessária. Esse é o ouvir com entendimento, é o ouvir do conhecimento que leva a pessoa a uma atitude positiva ou negativa em relação a um determinado fato.

Conclusão. A vida eterna está à disposição de todo aquele que crer que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e que, crendo nisto, O receba como seu Senhor e Salvador. É a esta mudança de atitude em relação ao Filho Unigênito de Deus, que nós chamamos de novo nascimento, o qual tem como conseqüência a adoção de novas posturas de vida.
Além disso, é de destacar que a mudança operada na vida de uma pessoa é de tal ordem que ele realmente é reconhecido como uma nova criatura (2 Co 5:17).
Portanto, meus queridos, se queres realmente ser uma pessoa de sucesso, feliz e correta em seus procedimentos e atitudes, persiga o conhecimento da verdade. Jesus disse que um dia haveríamos de conhecer a verdade e então seríamos libertos (Jo 8:32). A verdade está revelada na Palavra de Deus e feliz será o homem que conhece-la (Sl 1:1-3).
Que Deus abençoe a todos.

sábado, 7 de junho de 2008

O falar em línguas

(Entardecer na Br-070, Município de Poxoréu, MT.
A obra de Deus é maravilhosa)
Introdução. Uma das doutrinas mais difundidas e confundidas em nossos dias é a doutrina do falar em línguas diferentes das nossas. Os movimentos responsáveis pela sua difusão costumam destacar que o ato de falar em línguas é um sinal da presença do Espírito Santo na vida de tal pessoa, entendendo ser essa manifestação o momento em que se dá o batismo com o Espírito Santo. Os seguidores dessa linha de compreensão são hoje conhecidos como pentecostais. Na outra vertente estão aqueles que discordam desse posicionamento e que tem um posicionamento mais ortodoxo, acreditando que o batismo com o Espírito Santo se verifica no momento em que a pessoa aceita a Jesus como seu único Salvador e Senhor. Pretendemos, nesta reflexão abordar alguns aspectos referentes a esta doutrina do “falar em línguas” à luz dos textos sagrados, com o objetivo de fortalecer as convicções que temos como crente neotestamentário a respeito dessa temática e de tirar possíveis dúvidas que ainda possam existir em relação ao tema.

1. O início da prática como doutrina cristã. Antes de subir aos céus, Jesus dera orientações expressas aos seus discípulos para que permanecessem em Jerusalém até que recebessem o poder do Espírito Santo que haveria de vir ao mundo em seu lugar, permanecendo com eles até a sua volta do reino dos céus (Lc 24:49). A partir daí, os discípulos deveriam ser suas testemunhas por toda a terra (At 1:8).

Então os discípulos ficaram reunidos em Jerusalém e, no dia de Pentecostes, deu-se uma manifestação extraordinária que conferiu grande poder a todos eles, levando-os “a falar em outras línguas”. Essa foi a primeira manifestação do Espírito Santo (At. 2:1-4). A manifestação especial de chegado do Consolador se deu de duas formas: a) na primeira, os discípulos falavam em outras línguas, de forma milagrosa (At 2:4); b) na segunda, as pessoas que afluíram para ver oq eu estava acontecendo passaram “cada um” a ouvir os discípulos falando “na sua própria língua”, também milagrosamente (At 2:6-12). Ocorreu dois milagres: o de falar numa língua diferente da sua e o de ouvir alguém falando numa língua diferente da materna.

2. A natureza das línguas faladas e ouvidas na manifestação do Espírito Santo. É de observar que as línguas faladas não são especificadas em At 2:4. Ali se diz apenas que falavam em outras línguas. Já em At. 2:6 e segs., temos um esclarecimento de que as línguas ouvidas eram as línguas naturais das pessoas ouvintes, ou seja, eram línguas conhecidas de alguém: partos, medos, elamitas, judeus, cretenses, arábios, romanos, etc.. Jesus dissera que os seus discípulos haveriam de falar em novas línguas (Mc 16:17).

Mesmo depois dessa primeira manifestação, outras pessoas também falaram em línguas quando o Espírito Santo se manifestou em suas vidas (At 19:6).

3. O Espírito Santo se manifesta de muitas formas. Em Hb 1:1, se diz que Deus falou aos homens muitas vezes e de muitas maneiras. Deus é Espírito (Jo 4:24). E a Bíblia relata em diversas passagens algumas das manifestações do Espírito que são evidenciadas como dons dados aos homens (Jr 32:17; 1 Co 12:28, Ef 4:11; Gl 5:22-23). Como se pode ver, o dom de falar em línguas se encontra entre os dons do Espírito Santo dado aos homens, mas, como está dito, nem todas as pessoas tem os mesmos dons, o que nos leva a concluir que o falar em línguas foi dado alguns e não para todos (1 Co 12:30).

4. Todos os dons tem um propósito determinado. Diz a Bíblia que os dons foram dados com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o serviço. Tanto o falar em línguas, como qualquer outro dom é como se fosse uma ferramenta de trabalho que Deus, pelo seu Espírito, nos dá, para que possamos realizar a Sua obra. A sua utilização é, portanto, de natureza prática. Tem que ter um proveito (1 Co 14:6). Se tenho que falar com alguém que não fala a minha língua, então o Espírito me permite aprender novas línguas que serão utilizadas no ministério. No início isso foi feito de forma miraculosa em relação a algumas pessoas, mas não em relação a todas (Cf. Ef 4:12; 1 Co 14:6, 23).

Paulo destaca que falava em muitas línguas (14:18). Paulo era um doutor da lei, um estudioso. Conhecia, com certeza, mais de uma língua, tanto é que falou aos gentios. É provável que um dos fatores que levou Jesus a escolhe-lo foi justamente o fato de lhe ter sido dada esta preparação prévia. Paulo foi um vaso escolhido (At 9:15). E é ele mesmo que diz, exemplificadamente, que os dons devem ser buscados, aprendidos e desenvolvidos (1 Co 14:39). E um detalhe, o dom de falar em línguas não é colocado como o mais importante dos dons.

5. A disciplina relativa ao falar em línguas. Também é importante que entendamos a forma como Deus opera. Ele não é um Deus de confusão (Rm 5:5; 1 Co 14:13). Sua obra não deve ser feita de qualquer maneira, indisciplinada (Jr 48:10). Tanto este, quanto qualquer outro dom, deve ser exercido com zelo e disciplina, por Deus é zeloso (Ex 20:5; Jo 2:17; Rm 12:8; 1 Co 12:31;14:1, 39). Assim, diz a Bíblia que todos devem aprender e desenvolver o dom de falar em línguas, para falar quando for oportuno, mas o mais importante é profetizar (1 Co 14:5). Em cada ocasião que falem apenas dois ou três (1 Co 14:27) e somente quando houver intérprete, alguém que conheça aquela língua e possa traduzi-la para os demais. Se não para beneficiar os ouvintes, a pessoa não deve falar (1 Co 14:28). O ato de falar em línguas não é para a glória do falante, mas para o cumprimento de uma missão. Se toda a platéia fala e entende português, qual é a necessidade de se falar em inglês?

6. A cessação do falar em línguas por meio do Espírito Santo. Diz a Bíblia que muitos dons perderão sua utilidade com o passar do tempo. E entre esses é colocado o dom de falar em línguas por meio de manifestação especial do Espírito Santo (1 Co 13:8). Hoje, qualquer pessoa pode aprender uma língua estranha, bastando estudar.
O Espírito Santo não está a serviço de nossos interesses pessoais, para satisfazer os nossos deleites e prazeres (2 Tm 3:2-4; Tt 3:3; Tg 4:1, 3). Ele está no mundo para fazer a obra redentora de Deus em face do homem pecador. Sua missão principal é convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo divino (Jo 16:8-9). Deus não faz aquilo que Ele já nos deu capacidade para fazer. A sua principal obra em nossas vidas é nos capacitar, destacando-se que os dons nos foram dados como meios de capacitação para a realização de sua obra (Ef 4:12).

7. O batismo com o Espírito Santo. Nós acreditamos no que diz a Palavra. Que o Espírito de Deus se manifesta em nossa vida, quando nós nos decidimos a aceitar a Jesus. É ele que nos convence de que somos pecadores (Jo 16:8-9) e nos leva a reconhecer que Jesus é o Senhor (1 Co 12:3). Diz a Bíblia que nós, ao aceitarmos a Jesus, nós somos selados com o Espírito Santo da promessa (Ef 1:13). Além disso, o próprio Senhor Jesus disse que o novo nascimento é obra do Espírito Santo (Jo 3:3-7).

Conclusão. O falar em línguas na igreja, não deve ser proibido (1 Co 14:39), mas também não deve ser ensinado como uma rotina, porque somente deve ser usada essa prática, quando ela for necessária e nas condições estabelecidas na Bíblia. Foi a primeira forma de manifestação do Espírito Santo quando Ele chegou à Terra, mas não podemos reduzir a manifestação do Consolador a apenas essa forma. Ele não veio aqui para nos ensinar outras línguas, mas para nos capacitar a continuar a obra redentora de Deus, levando a mensagem de salvação ao mundo e ensinando a todos a guardarem a Palavra de Deus. Se o falar em línguas não tem esse propósito, então não é coisa de Deus e deve ser uma prática coibida, mediante a ação julgadora dos irmãos (1 Co 14:29).

Eis a razão porque nós não damos tanta ênfase ao ato de falar em línguas e porque damos mais importância à pregação do evangelho e ao ensino da Palavra do que ao falar em línguas. Conservamos os ensinamentos da igreja neotestamentária, quando o movimento pentecostal, que surgiu em 1906, em Los Angeles, EUA, ainda não era uma realidade tão generalizada. Nesse sentido, pode-se dizer que somos ortodoxos, haja vista que seguimos, rigorosamente os princípios doutrinários estabelecidos pela Igreja do Novo Testamento.
"Uma paisagem em Primavera do Leste, MT"

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Acampamento Rio dos Crentes


Em setembro nós poderemos estar juntos neste local maravilhoso, de lindas palmeiras e águas cristalinas, onde o povo de Deus passa momentos maravilhosos de comunhão. Vá se programando em venha para cá.
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domingo, 1 de junho de 2008

Projeto Despertar

A Igreja Evangélica Neo-Testamentária de Porto Alegre, RS, tem procurado alcançar crianças por meio das Escolas Bíblicas de Férias, realizadas normalmente em julho, e também através do Projeto Despertar. Esse projeto iniciou-se no dia 12 de julho de 2006, tendo como objetivos:
1º Prestar Culto a Deus, em Espírito e em Verdade;
2º Dar instrução da Bíblia;
3º Propagar o evangelho;
4º Trabalhar com adolescentes;
5º Ensinar atividades básicas de marcenaria, eletricidade, hidráulica, pinturas, madeiras, artesanato, esportes.
Cada uma destas atividades é coordenada por um irmão apto em cada área específica e os demais irmãos dão apoio. Ainda que o projeto inicialmente fosse direcionado aos adolescentes, muitos adultos participaram das oficinas. Isto propiciou uma maior aproximação da igreja com a vizinhança.
Oremos para que esse projeto possa ter continuidade ainda este ano.