sábado, 12 de abril de 2008

Os estágios da vida cristã

Introdução. Nascer, desenvolver e morrer. Esses são, basicamente, os três estágios principais de qualquer atividade humana. Começo, meio e fim. A vida cristã não é diferente.
Passamos pelos estágios da ignorância, do conhecimento e da atitude. É muito importante que cada crente tenha um bom domínio sobre cada uma dessas fases, para que se situe corretamente e não perca tempo com atividades inadequadas ao seu momento atual de crente renascido, lavado e purificado pelo sangue de Jesus.
O objetivo dessa exposição é oferecer subsídios para que cada crente possa consolidar os seus conhecimentos em relação aos três estágios básicos da vida cristã.
1. O estágio da ignorância. Não é absoluto. É sabido que, ao nascer já trazemos conosco uma enorme carga de conhecimentos. Isso já está incorporado na nossa formação genética. Todavia, ninguém nasce sabendo tudo. Ao longo de nossa vida, passamos por um processo de desenvolvimento de nossas potencialidades enquanto seres humanos. Por exemplo: Em Gn 2:17, vemos Deus orientando o homem sobre a vida e a morte. Embora nunca tivesse presenciado esta, é certo que o homem compreendia o que Deus falava. Já em Rm 1:19, o apóstolo Paulo esclarece que aquilo “que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou”.

2. O estágio do conhecimento. Além do conhecimento intrínseco ou nato, temos também o extrínseco, ou aprendido. É de destacar que, ao virmos ao mundo, estamos aptos para perceber, de forma natural, tudo aquilo que naturalmente está revelado na própria criação. A Bíblia diz que “os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” (Sl 19:1) e que “os céus proclamam a justiça dele, pois Deus mesmo é Juiz” (Sl 50:6). É nosso dever buscar esse conhecimento. Cf. Mt 22:29; Jo 5:39; 2 Tm 3:16-17)

É de destacar que a aquisição do conhecimento é um processo longo e que requer muita dedicação, disciplina e persistência.
a) É preciso dedicação. É preciso ter interesse. O crente não fica parado. Ele prossegue na busca do conhecimento e da plena liberdade (Jo 8:32). Ele sabe que se não agir assim, poderá voltar outra vez ao estágio de escravidão, o que ele não deseja (Gl 5:1).
b) É preciso persistência. É preciso esforço. Jesus disse em Mt 11:12 que “o reino dos céus é tomado por esforço”. Há muito crente que continua sendo enganado pelo maligno, achando que uma vez tendo aceitado a Jesus, está tudo pronto e acabado e nada mais precisa ser feito. Não é assim, querido. Temos que crescer na graça e no conhecimento de Nosso Senhor Jesus Cristo (2 Pe 3:18). Temos que conhecer suas palavras para poder praticá-las (Jo 13:17).
c) É preciso disciplina. A preguiça, o comodismo e o desleixo são características de um crente enganado e que não conhece a verdade e que, portanto, ainda não está completamente liberto (Cf. Pr 19:15, Ec 10:18, Jr 48:10).
Ao ler a Bíblia, o crente depara com muitas críticas relacionadas com a falta de crescimento, denotando que esta é uma questão séria e que não pode ser tratada de qualquer maneira. O homem foi criado para crescer e se multiplicar. Não se deve entender a ação de multiplicar apenas no sentido de se reproduzir iguais, mas também no sentido de se graduar, de se elevar, de sair de nível inferior, para um nível superior. É cediço que quem sabe mais pode mais. Conhecer é poder. Veja-se, por exemplo, a situação vexatória que Paulo registra em 1 Tm 1:6-7. Logo depois ele orienta Timóteo para que aja de forma completamente diferente (2 Tm 2:15). Veja-se ainda as situações trazidas em 1 Co 3:2; Hb 5:12-13; 1 Pe 2:2).

3. O estágio da atitude. É muito importante compreender, mas, mais do que isso, é importante tomar uma atitude de crente em face do conhecimento. Há muitos crentes que buscam o conhecimento apenas para se destacar perante os demais, como sendo alguém que sabe mais. Isso é humano, carnal, demoníaco. O verdadeiro sábio é uma pessoa humilde. Não é enfatuado (1 Tm 6:3-5; Tg 3:13-18).
Veja-se o exemplo do filósofo grego Sócrates. Diziam que ele era o mais sábio do mundo. Então procurou um oráculo para confirmar isso. O oráculo perguntou o que ele sabia. Ele, por sua vez disse: “Tudo o que sei é que nada sei”. Então o oráculo lhe respondeu. “Sócrates, na verdade, é o homem mais sábio do mundo, porque é o único que não sabe e sabe que não sabe”.
Devemos estudar a Bíblia com a intenção de colocar em prática aquilo que aprendemos. Devemos ter o espírito de Esdras nesse sentido. Ele buscou aprender para, primeiramente praticar e depois para ensinar aos demais (Ed 7:10).
É de observar que Jesus criticou os homens de seu tempo, porque eles sabiam, mas não praticam o conhecimento. Temos muitos crentes assim em nossos dias. Tais pessoas não têm permissão bíblica para ensinar, para expor seus argumentos e nem qualquer autoridade para julgar ninguém (Mt 23:2-5; Jo 8:3-11).

Conclusão. A Palavra de Deus não é simplesmente teoria. Os preceitos bíblicos, são palavras de verdade. Jesus nos deu o exemplo, sendo aprovado diante dos homens. Os apóstolos seguiram seu modelo. O mesmo é requerido de cada um de nós (Jo 13:15; At 20:35; At 26:25; Fp 3:17; 2 Ts 3:9)
Assim, meus queridos, não sejam meros ouvintes. Procurem estudar as Escrituras e crescer no conhecimento a respeito delas. Mas acima de tudo, não queiram saber mais do que aquilo que já conseguem por em prática, porque Deus não nos dá mais do que nós temos condições de carregar. Se ainda não temos a possibilidade de carregar um determinado conhecimento, praticando-o, devemos entender que ainda não estamos prontos para ele. Nesse sentido, é de bom alvitre seguirmos a orientação de Dt 29:29. “As coisas encobertas pertencem ao SENHOR nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei”.


Que Deus nos abençoe para que possamos prosseguir.

domingo, 6 de abril de 2008

A família do crente


Introdução. A vida humana tem início com o nascimento biológico. A forma mais comum é que esse fato resulte do relacionamento sexual entre um homem e uma mulher. Em que pese a ciência moderna haver desenvolvido outros meios de fecundação, a presente reflexão toma como referência o modo tradicional, adotando o entendimento de que este é o que teria sido instituído por Deus, tomando como base, principalmente, os textos bíblicos de Gn 1:27-28, 4:1-2 e 5:1. Temos por objetivo o desenvolvimento de uma análise sumária referente à gênese da família do crente a partir de uma classificação biológico-espiritual, enfatizando a origem humano-divina do filho de Deus, a qual vislumbramos como sendo a conditio sine qua non para o acesso ao reino celestial.
Família do Presbítero Antônio Júlio Pinto - Cuiabá - MT

1. A classificação biológico-espiritual do homem. Mesmo entendendo que as classificações sejam sempre relativas, consideramos que, às vezes, elas podem nos ajudar na compreensão de certas relações que se pretende esclarecer. Nesse sentido, ousamos classificar o homem no que tange à sua origem biológico-espiritual, com a finalidade de evidenciar a importância que essa origem tem na formação da família de Deus.
É de ver que o homem, apesar de ter dependido de apenas um pai para vir ao mundo, ao longo de sua vida pode não somente perder esse pai primitivo, como também pode adquirir outras filiações, permitindo-nos, desse modo, classificá-lo quanto à quantidade de pais que possa ter. Nesse sentido, distribuímos o homem em três grandes grupos: a) aqueles que não possuem nenhum pai (sic); b) aqueles que possuem apenas um; e, c) aqueles que possuem dois ou mais.

a) Os filhos sem pai. Na verdade, biologicamente, não se pode dizer que alguém não tenha um pai. Mas o sentido que atribuímos à palavra pai está relacionado não apenas com o ato de contribuir para a vinda de alguém ao mundo, mas principalmente pelos atos de amar, zelar, sustentar, educar e encaminhar para a vida, tanto terrena, quanto espiritual. Nesse grupo estão enquadrados os filhos abandonados. Aqueles que foram postos no mundo por alguém, mas que não receberam deste os cuidados necessários, para que pudessem chamá-los de pai.

b) Os filhos de um único pai. Aqui estão aqueles que, ou nasceram no seio de uma família ou foram adotados por alguma. Foram pessoas que, pelo menos em algum momento da vida, puderam receber o carinho de alguém, com o qual passou, tanto os bons, como os maus momentos da vida. Estes tiveram um pai de direito e de fato.

c) Os filhos de dois ou mais pais. Esse é um grupo especial. Aqui estão os filhos de Deus, aqueles que tiveram duplo nascimento, ou seja, o carnal e o espiritual. São popularmente conhecidos como “crentes em Jesus”, pelo fato de haverem se tornado seus discípulos, logo após tê-lo recebido como Senhor e Salvador de suas vidas.

Família de Edimário - Nova Olímpia - MT


2. A origem humano-divina do filho de Deus. Os crentes são pessoas muito especiais: nasceram duas vezes. À exceção do primeiro Adão, todas as demais pessoas naturais, tiveram pais biológicos. Mas o crente é uma pessoa diferente. Depois de haver nascido biologicamente, ele passou por um processo que a bíblia chama de novo nascimento, através do qual ele obteve o privilégio de ser feito filho de Deus (Jo 3:1-7).
Nesse sentido, surgem muitas perguntas: Como assim? Não somos todos filhos de Deus? Não é ele o pai de todos nós?
Infelizmente as respostas bíblicas são negativas. Embora Deus seja o dono de todos, por conta de ser o Criador de todas as coisas, haja vista que tudo foi feito por intermédio dele e, sem ele, nada do que foi feito se fez (Ez 18:4; Ml 2:10; Jo 1:1-2), nem todos somos seus filhos.
É de destacar que o homem foi criado com o livre arbítrio, com a faculdade de escolher a quem iria servir e obedecer (Js 24:15). Ao dotá-lo de tal atributo, o Criador lhe educou para fazer a boa escolha, como sempre fez ao longo da história humana (Gn 2:16-17; Lc 10:42). Infelizmente, o homem não teve o domínio próprio sobre sua vontade (Gl 5:23). Tempos depois de sua criação, transgrediu a ordem divina (Gn 3:6). Imediatamente vieram as conseqüências, dentre as quais, a morte física e espiritual (Gn 3:7-24; Gn 5:5; Rm 5:12).
Vivendo o estado de decaído, o homem se afastou cada vez mais de Deus, passando a servir a si mesmo, segundo os seus próprios raciocínios e pensamentos (Is 65:2; Rm 2:15; 2 Co 10:15; Ef 2:3), mas, principalmente, fazendo a vontade do maligno, recebendo por conta disso, a designação de filho da ira e até mesmo do diabo (Jo 8:44; 1 Jo 3:10).
Para resolver o problema da rebeldia humana, Deus preparou um plano de salvação, o qual consistia no envio de seu único filho ao mundo, de tal sorte que todos aqueles que o recebessem como Senhor e Salvador pudessem ser considerados como seus filhos adotivos. Seriam pessoas renascidas pela vontade divina (Jo 1:11-12; 3:16; Rm 10:9-10).
O plano foi executado por Jesus. De sorte que, se alguém está em Cristo é nova criatura. As coisas velhas já passaram. Eis que tudo se fez novo (2 Co 5:17).

3. A conditio sine qua non para o acesso ao reino celestial. O reino dos céus também é um lugar especial. Não somente o Todo Poderoso está ali assentado, como também é lá que Jesus foi preparar um espaço para que os filhos de Deus, aqueles que renasceram da Palavra Divina e, por conta disso, se tornaram cidadãos do reino dos céus, possam também habitar na eternidade(Jo 14:1-3).
A respeito disso, é de destacar que o desejo de Deus é que todos os homens venham adquirir o seu direito de estar ali. Ele não quer que se perca nenhum daqueles que criou (Ez 18:32; 2 Pe 3:9). Acreditamos também que nenhuma pessoa de bom senso queira ficar fora do céu.
Diante disso, faz-se necessário que todos compreendam bem a importância do novo nascimento, do recebimento de Jesus como Senhor e Salvador, porque, segundo as palavras do próprio Filho Unigênito, não há outro meio de se chegar ao Pai (Jo 14:6; At 4:12). No céu somente haverá espaço para os seres humanos que fizerem parte da família de Jesus.

Conclusão. Por todo o exposto, não resta dúvida que uma boa compreensão a respeito da gênese humano-divina do homem é de suma importância para aqueles que desejam fazer parte dessa família que um dia haverá de habitar para sempre no reino dos céus. O nosso desejo é que você queira se juntar aos milhares de milhares que já tomaram essa decisão e que hoje são, efetivamente, cidadãos do reino dos céus e concidadãos da família dos santos. Se você ainda não fez essa escolha, hoje é o dia de salvação (Jo 17:14-16; Fp 3:20; Ef 2:19).

Que Deus complete o nosso entendimento.

Fernando & Mariana

"Jovens, eu vos escrevo, porque tendes vencido o Maligno” (1 Jo 2:13b).

Queridos irmãos. Há pouco mais de ano, as Igrejas de Poxoréu e Barão de Melgaço, obedecendo aos comandos da Palavra de Deus, afastaram da comunhão os jovens Fernando Resplandes e Mariana Nascimento. Naquela época eles eram namorados e queriam se casar. Louvável atitude! Queremos que nossos jovens crentes namorem e se casem. E, de preferência, que façam isso dentro da Igreja Neotestamentária. Era isso que o romance deles prenunciava. Infelizmente, eles não tiveram a paciência de esperar que fossem feitos os preparativos para o enlace e decidiram se unir antes do casamento. Lamentável atitude! Por isso, foram disciplinados.

Mas, graças a Deus que nos dá a vitória, por meio de Cristo Jesus. Tempos depois, Fernando me dizia que eles queriam regularizar sua situação para voltarem à comunhão. Incentivamos e os apoiamos nessa decisão. Por várias vezes estive em Goiânia para orientá-los. Finalmente, no mês de dezembro passado, pudemos testemunhar casamento civil deles, realizado naquela Capital. Nosso coração se encheu de alegria, não porque eles se casavam, mas porque o faziam para se consertarem com a Igreja e com Deus.

Então me expressaram o desejo de voltar à comunhão. Orientamos que escrevessem às Igrejas de Barão e Poxoréu pedindo a reconciliação, até que lá pudessem retornar para fazer isso pessoalmente. Eles não escreveram. Preferiram vir ao Mato Grosso.

E assim, no mês passado Mariana esteve em Barão de Melgaço, onde pediu perdão aos irmãos e solicitou a sua reconciliação. E ontem foi a vez de Fernando. Ele veio a Poxoréu especialmente para isso. À noite, após o estudo, ele se levantou, historiou o ocorrido com eles, e, publicamente, pediu perdão aos irmãos, bem como oficializou o pedido que já fizera por meu intermédio, em Goiânia, para que fosse novamente recebido na comunhão. A igreja julgou e decidiu recebê-lo outra vez, a exemplo do que já acontecera com Mariana, em Barão de Melgaço.

Essa é uma vitória que precisa ser compartilhada. Certa vez Fernando me disse que o problema de um jovem não era cair, era não conseguir levantar novamente para continuar a carreira. Concordei plenamente e insisti com ele para que se levantasse. Deus não o queria como caído, mas como guerreiro, combatendo o bom combate. É de destacar que, quando queremos, Deus nos levanta. Não importa a condição em que nos encontramos.

E assim, louvamos a Deus pelo levantamento de Fernando e Mariana e pela volta deles à Igreja de Jesus. Que Ele enriqueça o lar, as vidas e casamento desses jovens, para que sejam felizes e possam ter e criar filhos na disciplina e na educação de nosso Deus.


“Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno” (1 Jo 2:14c).

Izaias Resplandes de Sousa (Igreja de Poxoréu)

terça-feira, 1 de abril de 2008

Trabalho com Crianças no Bairro Santa Luzia


O trabalho com crianças no Bairro Santa Luzia, começou no dia 26 de março de 2006, na varanda da casa dos irmãos Maria e Marciano Espíndola,.
O enfoque do trabalho consiste em evangelizar, ou seja, levar as Boas Novas da Salvação em Jesus Cristo a todas as crianças do bairro, almejando também alcançar os pais e familiares dessas crianças, obedecendo a “Grande Comissão” do Senhor Jesus que disse: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho , e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado.” Mt28:19,20ª.
Por que evangelizar crianças? “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que Nele crer, não pereça, mas tenha a vida eterna.” Jo 3:16; mundo: homens, mulheres, jovens, adultos, idosos, incluindo CRIANÇAS.
O desejo de Deus é que TODAS as crianças se salvem: “Assim, também, não é da vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca.” Mt 18:14.
Louvamos a Deus pelos 2 anos que realizamos esse trabalho tão importante para o nosso Mestre!
Hoje temos 22 crianças assíduas na Classe da Escola Dominical. Sabemos que temos muitas ainda a alcançar, e contamos com a ajuda de nosso Bondoso Deus para nos fortalecer e capacitar com Seu Santo Espírito nessa tarefa.
À frente do trabalho está o Presbítero Antonio, com sua esposa Gláucia, com o apoio de alguns irmãos.
Nas fotos, está o registro de quando começou, e a comemoração dos 2 anos de trabalho, com os aniversariantes do mês, incluindo o do Presbítero Antonio.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Mudança de telefone

Desculpe-nos pelo transtorno
A UMNT mudou de telefone.

Agora é 67 3306-5606
e o celular do missionário Isaias é 67 8401-5606

Convite aos Presbíteros e Diáconos das Igrejas Neo-Testamentárias



Campo Grande, 26 de março de 2.008.



Aos santos e fiéis irmãos em Cristo,

“Graça e paz a vós outros da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo”. 2 Co. 1:2

Vimos por meio da presente convidar os presbíteros, diáconos e suas respectivas esposas, bem como alguns irmãos que estão à frente das igrejas locais para uma reunião nos dias 1 e 2 de maio do corrente ano, na Chácara Aconchego, em Campo Grande –MS.
Esta reunião terá como objetivos:
1. Comentar sobre o novo estatuto para as igrejas neotestamentárias.
2. Repassar o código de ética das igrejas neotestamentárias, ou seja, seus princípios.
3. Funções específicas dos pastores e dos diáconos.
4. Um tempo de comunhão fraterna entre os líderes.
5. Outros temas que os participantes queiram compartilhar e que sejam do interesse e para o bem da obra do Senhor, e não problemas ou questões locais.

Rogamos que os irmãos esforcem-se para vir, pois os assuntos que serão tratados são de suma importância para as igrejas do Brasil. Caso não possam vir todos os líderes de determinada igreja, pedimos que venham, pelo menos, um presbítero e um diácono, ou um dos responsáveis pela obra local, mas que NÃO DEIXEM DE PARTICIPAR.
As despesas de alojamento e alimentação serão de R$ 70,00 por pessoa, para os dois dias. Os participantes deverão trazer dois lençóis de cama (um para forrar o colchão e outro para cobrir-se) e um cobertor leve. Também seria bom trazer um agasalho para a noite.
No mês de abril estaremos no sul do país, sendo assim, a irmã Ester Rees, esposa do presbítero Peter Daniel Rees Júnior, é quem estará recebendo a confirmação dos irmãos que virão. Contactem-na através do telefone 67 3026 8929 com o máximo de antecedência possível.

No amor de Cristo,


Isaias da Silva Almeida
missionário
67 8401 5606 (celular)

sábado, 22 de março de 2008

Mini Acampamento de Adolescentes e Jovens

Nos dias 20 e 21 de abril, a Igreja da Vila Kellen alugou um lugar chamado "Chácara Colorado"onde realizou um acampamento para adolescentes e jovens com intuito de propiciar-lhes dois dias diferentes: com estudos bíblicos, banho de piscina, futebol e muita diversão.

No dia 21, o missionário Isaias da Silva Almeida discorreu sobre o "Respeito aos mais velhos". A missionária Rosangela Lins Almeida finalizou o ciclo de estudos com a propondo a vida de José como exemplo de "Um Jovem Diferente".

A supervisão do evento ficou a cargo dos pastores Nilmar Pereira e Peter Daniel Rees Jr, que contaram com a colaboração de suas respectivas esposas, Susana e Ester.
Os irmãos Francisco Soares e sua esposa Marilene prepararam um delicioso churrasco de despedida.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Luísa e Samuel

Conforme noticiado, os irmãos Luísa e Samuel (foto acima), da Igreja de Nova Olímpia, tiveram o seu enlace matrimonial, no último dia 15 de março. Acabamos de ver uma linda seleção de fotos, publicadas no orkut da Irmã Maria José, de Barra do Bugres, a quem pertencem os créditos. Selecionamos essas para que toda a irmandade possa apreciar, principalmente quem não foi, como eu, que certamente perdeu a linda festa.
A noiva (foto abaixo), estava mui linda, com toda certeza. Acho que não é só o Samuel que acha. Que pensam os irmãos?

A cerimônia foi presidida pelo missionário Ademar Soares de Lima.

Ao novo casal, desejamos toda a felicidade.

Mudança de telefone


O escritório da U.M.N.T. mudou de telefone.

Agora é 67 3306-9654

terça-feira, 18 de março de 2008

Missionários do Paraguai










Os missionários Eliezer Medina Zamudio e Oilda Dolores Galeano de Medina residem em Assunção, capital do Paraguai.
Ele nasceu dia 28 de julho de 1959 e ela 24 de março de 1961.
Eles tem dois filhos, Diego(16 anos) e Judith (11 anos).


O Casal de Missionários José del Carmen Gómez Duré e sua esposa Sérgia Caballero de Gómez Duré, residem em Assunção - Paraguai. Ele nasceu em 16 de julho de 1936 e ela em 7 de outubro de 1937. Tem 4 filhos: 3 mulheres e um homem, todos casados. Eles tem 13 netos.

Igreja Evangélica Neotestamentária de Assunção




Igreja de Valle Apuá Assunção.













Esta congregação conta com 60 membros batizados em comunhão. Tem dois diáconos, Ramón Colman e Manoel Mendonza e dois presbíteros, Aurélio Cortaza e Lourenço Ayala (da esquerda para a direita)


Irmãos que se reunem no local da rua Morquio em Assunção-Paraguai.













A igreja possui dois Presbíteros: Antonio Chaves e Malaquias Arévalo e dois Diáconos, Daniel Olmedo (da esquerda para a direita) e Miguel Gonzalez


Na capital, Assunção tem seis congregações evangelicas neotestamentarias e outras no interior do Paraguai. No Paraguai há dois casais de missionários: José Gómez e sua esposa Sergia, Eliezer Medina e Oilda.

sábado, 15 de março de 2008

Casamento em Nova Olímpia - MT

A comunidade neotestamentária de Nova Olímpia está em festa. Alegram-se com as núpcias dos jovens Samuel e Luísa, que acontecem neste dia 15 de março de 2008.



A Luísa é filha do casal de presbíteros Sebastião Mariberto Pereira e Ananete dos Santos Pereira, que pastoreiam a igreja local ao lado de outros irmãos.


O Samuel é filho dos irmãos Francisco Pedro Sobrinho e Rosália Soares de Lima, também membros da Igreja de Nova Olímpia.


Desejamos que este dia seja realmente um marco na vida dos dois, assinalando o início de uma vida a dois muito feliz. Que Deus os abençoe em sua caminhada, que vocês sejam exemplos para os demais jovens. Vocês nunca estiveram sozinhos, porque os filhos de Deus nunca estão sozinhos. Mas agora Deus será ainda mais presente na vida de vocês. "Até que a morte os separe", cada um de vocês será o marco da presença de Deus na vida do outro. Nós somos os representantes de Deus na terra. Que a casa de vocês seja um pedacinho do céu!



Acima temos mais um flagrante da linda noiva. Felicidades, Luísa! Felicidades, Samuel!

segunda-feira, 10 de março de 2008

A mentira de “primeiro de abril”

(Foto no Rio das Mortes, entre Primavera do Leste e Santo Antônio do leste).
Izaias Resplandes

Introdução. O calendário profano consagra o primeiro de abril como o “dia da mentira”, caracterizado pelas “pegadinhas” enganosas e pelas mentiras feitas uns aos outros, como sendo as coisas mais naturais do mundo. Pretendemos demonstrar que não é conveniente ao crente se envolver com essas práticas. A mentira, segundo a Bíblia, não é coisa de Deus. Muito pelo contrário, é uma das características do Diabo. O verdadeiro crente deve evitar se corromper com a “graça” da mentira de primeiro de abril, sendo neste dia igualmente verdadeiro, tanto no seu pensar, como no falar e no agir. Destacamos também a existência de uma “coroa de incorruptibilidade”, a qual será entregue pelo próprio Senhor Jesus, no dia em que os crentes comparecerem diante de seu tribunal, como prêmio a todos os que vencerem as tentações e provações mundanas.

1. O crente não deve se envolver com mentiras. A verdade é um dos princípios fundamentais da vida de um cristão. Não há que se falar em “meias verdades” ou em “mentirinhas”. Ainda não faz muito tempo, ouvíamos as irmãs da escola dominical ensinando as crianças um corinho que dizia assim: “Mentirinha, não, não, não! Minha boca já tem dono. Nome feio também não, é de Deus meu coração”. Esse sempre foi um bom ensino, que deve ser repetido tantas vezes quantas forem necessárias. Devemos ser bons líderes e, desde cedo, ensinar tanto os irmãos, como também os nossos filhos a percorrerem os caminhos da verdade. Eles são os caminhos de Jesus, que conduzem à liberdade e à vida. São totalmente opostos aos caminhos da mentira que são os caminhos de Satanás, os quais conduzem o homem ao inferno.

2. A mentira é coisa do Diabo. A “pecha” é uma mancha que tenta encobrir a verdade, de modo a distorcê-la. É coisa das trevas, coisa do Diabo. E Jesus foi categórico ao dizer que o Diabo é o “pai da mentira” (Jo 8:44). E mais, não tem nada a ver com Ele, conforme deixou bem claro em uma de suas falas, quando disse: “Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e ele nada tem em mim” (Jo 14:30). As mentirinhas de primeiro de abril têm o objetivo de fazer as pessoas rirem do mal feito e do que não presta. Não é uma atitude do cristão. Pelo contrário, elas fazem parte do plano de atividades do “iníquo”, o qual atua “segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira”. E está escrito que no Dia do Juízo, lamentavelmente, essas pessoas serão condenadas “por não darem crédito à verdade; antes, pelo contrário, por se deleitarem com a injustiça”. (2 Ts 2:7-9).

3. Jesus é a verdade. Respondendo a uma pergunta de Tome, “disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14:6). É importante saber disso. Jesus não é a mentira, mas a verdade. E nós, seus seguidores, seus discípulos, também não podemos ser mentirosos. Devemos ser verdadeiros e falar sempre a verdade. A verdade é do céu, é divina; já a mentira é do inferno, é de baixo. Salomão ensinou que “para o entendido, o caminho da vida leva para cima, para que se desvie do inferno em baixo” (Pv 15:24). Nós não somos cidadãos “de baixo”, somos “de cima”. Não mentimos “contra a verdade”, porque “essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica” (Tg 3:14-15). Por isso, queridos, sigamos a orientação de Paulo aos colossenses, pensando sempre “nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3:2). Sendo crentes “de verdade”, esse princípio deve caracterizar todos os nossos atos, pensamentos e palavras, em todas as nossas relações de uns para com os outros, crentes ou não. Nós conhecemos a verdade e fomos libertados por ela (Jo 8:32). Agora devemos ser pregadores desse princípio. E nada melhor do que a prática para dar ênfase àquilo que nós falamos. “Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros” (Ef. 4:25).

4. A graça da mentira de primeiro de abril não é para o crente. Nós não nos deleitamos com o mal. A mentira prende a pessoa. Uma mentirinha puxa outras cada vez maiores, de tal sorte que, como o tempo a pessoa se torna completamente falsa. Lembremos o que já dizia o salmista: “um abismo chama outro abismo” (Sl 42:7). Já a verdade? Ela liberta. “E conhecereis a verdade e ela vos libertará”, disse Jesus (Jo 8:32).

Vamos admitir que no passado, antes de nos convertermos, tivéssemos esse péssimo hábito de mentir. Ninguém se amofine por conta disso, pois era muito natural que isso acontecesse. Naquele tempo, “éramos filhos da ira” e fazíamos e falávamos o que queríamos (Ef. 2:3). Ou, em outras palavras, conforme disse Jesus, tínhamos por “pai ao diabo” e agíamos para “satisfazer os desejos” dele. Ele, sim, “foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira” (Jo 8:44).

Mas, como te disse, meu querido, isso foi naquele tempo em que vivíamos na ignorância, quando não nos dávamos conta de que as conseqüências dos nossos atos poderiam nos levar para o inferno. Melhor dizendo, para o “Lago de Fogo”, conforme está escrito: “Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte” (Ap 21:8).

Naquele tempo, a nossa mente e a nossa inteligência estava embotada pelo “deus deste século”, turbando-nos o entendimento (2 Co 4:4). Hoje, porém, a situação mudou. Agora somos novas criaturas; “as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5:17). E nessa condição, não podemos mentir. A mentira é coisa do “velho homem” que ocupava esse corpo, mas que já morreu ali na cruz, juntamente com o Senhor Jesus. “O nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado” (Rm 6:6). Então, queridos, “não mintais [mais] uns aos outros, pois que já vos despistes do homem velho com os seus feitos” (Cl 3:9).

5. A coroa da incorruptibilidade. E aqui chegamos ao fim. Esperamos que tenha valido a pena o seu investimento de tempo nessa reflexão. Às vezes nós estamos tão acostumados com determinadas coisas, que não somos capazes de enxergar o óbvio, sendo preciso que alguém nos mostre isso. Espero ter sido capaz de te dizer que “mentira é mentira”. Corrompe a verdade, a moral e os bons costumes. Qual é a pessoa que confia no mentiroso? Nenhuma! Foi por isso que ensinei meus filhos desde pequenos, que deveriam me dizer sempre a verdade, mesmo sabendo que poderiam ser castigados.

Todavia, como prêmio por terem dito a verdade, eu nunca os castiguei por certos erros cometidos. Apenas aconselhei para que não os repetissem mais. Por outro lado, sempre fui terrível em relação à mentira. Nunca perdoei. Nesses casos, a “vara da disciplina” sempre foi usada com bastante rigor. Creio que não seria preciso dizer que o meu perdão se fundamenta na Bíblia. Mas vou dizer assim mesmo, pois ela nos ensina a confessar nossas “culpas uns aos outros” e a orar “uns pelos outros, para que sareis”, pois “a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5:16). Além disso, a confissão é o princípio do perdão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (1 Jo 1:9).

De igual modo, Deus também premiará aqueles que não se deixarem corromper pela mentira e tiverem o “domínio próprio em todas as coisas”. Estes haverão de receber Dele “a coroa incorruptibilidade” (1 Co 9:25), no dia em que comparecerem “ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal” (2 Co 5:10).

Conclusão. É de ver que a vitória de Cristo sobre a mentira de primeiro de abril, com certeza depende de cada um de nós. Portanto, meus queridos, não nos envolvamos com essas práticas que tentam minar o maior de todos os fundamentos da fé cristã, que é a verdade. Se cada um de nós falar a verdade ao seu próximo, o mal será derrotado. Pense nisso e “não deis lugar ao Diabo” (Ef 4:27). Sujeitai-vos apenas à verdade de Deus. “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4:7).


Vitória!