domingo, 4 de abril de 2021

Relatório Missionário, Barreirinha-Am

 No dia 03 deste mês, estivemos realizando uma visita missionária à família do irmão Alcimar, que reside na comunidade de São Pedro do Andirá, município de Barreirinha-AM a uma hora de viagem de lancha 40hp, distante de Barreirinha. Este lugar está se estabelecendo um novo trabalho Neotestamentário.

Tivemos reunião para estudo e orientações, pela manhã e a tarde. Às 16:00h nos reunimos às margens do rio Andirá, para o batismo do irmão Arleson Pereira Tavares(26), e após o batismo,retornamos à Barreirinha. 





Batismo



Estes irmãos, apesar de serem novos na fé, têm tido um excelente desenvolvimento em suas vidas espirituais.

É desejo dos irmãos construírem um pequeno local para reunirem-se e receberem novas pessoas que estão visitando-os, mas não têm as condições financeiras suficientes para este projeto, que esta estimado no valor de R$2.000,00. Aproveitando esta ocasião, gostaria de pedir a ajuda de vós que podem nós ajudar financeiramente, através da conta bancária Banco do Brasil  ou pix. Agência:0333-6, C/C:19949-4 , Pix: 92992855846, nome de Joab Nogueira de Oliveira. 

Desde já, agradecemos a todos que puderem nos ajudar nesta obra. Agradeço também a todos que têm orado por nós e nos ajudado através da UMNT. Cordialmente em Cristo,
Missionários Joab e Carla. 

domingo, 28 de março de 2021

A Potencialização de Recursos

 

A Potencialização de Recursos



Izaias Resplandes de Sousa


Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor. Mateus 25:23

1. Introdução. Temos grande prazer em nos dirigir aos nossos irmãos do Amazonas, principalmente porque temos muito em comum, haja vista que nós também somos Amazônidas.

A atual área de abrangência da Amazônia Legal brasileira corresponde à totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do estado do Maranhão (a oeste do meridiano de 44º de longitude oeste), perfazendo uma superfície de aproximadamente 5 217 423 quilômetros quadrados.

Eu nasci em Torixoréu, às margens do rio Araguaia e minha esposa é da cidade de Nova América, uma cidade do vizinho estado de Goiás. Há dezenas de anos vivemos em Poxoréu, MT, na altura do paralelo 16º de latitude sul. E também fazemos parte da Amazônia Legal. Nós também somos Amazônidas, ou seja, somos nativos da Amazônia.

Existem dois tipos de florestas aqui: a Floresta Amazônica e a Floresta Estacional. Elas ocupam cerca de 50% do território mato-grossense.

Dentre os rios amazônicos deste Estado destacam-se o Juruena, o Guaporé, o Teles Pires, o Xingu, o Araguaia/Tocantins e muitos outros. O rio Teles Pires, por exemplo, é um curso de água que banha os estados de Mato Grosso e Pará. Sua nascente fica localizada no município de Primavera do Leste (desmembrado de Poxoréu), tendo uma extensão de 1457 km até o encontro com o rio Juruena, grande afluente do rio Tapajós, em Barra de São Manoel. O rio das Mortes, que banha o município de Poxoréu ao norte é o principal afluente do rio Araguaia, que vai desaguar no Tocantins e depois no mar, ao lado do rio Amazonas.

Como se vê, temos muitas coisas em comum. E nesta oportunidade, queremos compartilhar um pouco de nossas práticas para a potencialização de nossos recursos em prol de uma boa qualidade de vida.


Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza. ! Timóteo 4:12


2. O bom exemplo. Eu sempre digo que um exemplo é para quem quer um exemplo. Se os nossos exemplos de vida puderem ser uteis, nós ficaremos felizes. Mas não contenderemos com os irmãos que tiverem outras práticas que considerarem melhores do que as nossas. Pelo contrário, esperamos ter a oportunidade de um dia conhecê-las e, quem sabe, adotá-las também. Nós somos pessoas de mentes abertas.

E estamos prontos para ver, ouvir, compreender, experimentar e, se gostarmos, compartilhar com os demais. Recentemente, o missionário Isaias da Silva Almeida compartilhou um vídeo conosco, ensinando como conservar o abacate por meses. Como nós temos aqui em casa alguns abacateiros e não conseguimos consumir tudo, resolvemos colocar em prática o exemplo dado por ele e hoje temos abacates congelados para quando não tiver mais abacates.


E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos pelos que estavam assentados; e igualmente também dos peixes, quanto eles queriam. E, quando estavam saciados, disse aos seus discípulos: Recolhei os pedaços que sobejaram, para que nada se perca. Recolheram-nos, pois, e encheram doze alcofas de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobejaram aos que haviam comido. João 6:11-13


3. O combate ao desperdício. Nós somos oriundos de famílias com poucos recursos. Éramos adolescentes quando nossas famílias se mudaram para Goiânia, GO. Éramos famílias numerosas. Na minha casa, éramos 13 pessoas. Na casa de Lourdes, eles eram 8 pessoas. Nossos pais não tinham profissão e trabalhavam em serviços braçais pouco remunerados. Nossa comida era a mais básica possível: arroz, feijão e farinha. Tínhamos vontade de comer frutas, verduras, carne e ovos, mas essas coisas não faziam parte de nosso cardápio. Não tínhamos condições nem para comprar pães para comermos de manhã. Íamos e voltávamos para a escola sem comer nada. No almoço, que no máximo era um prato para cada um, costumávamos deixar um pouco para comer mais tarde. Chamávamos esse resto de “égua atolada”. E ai de quem desatolasse a égua do outro. Minha madrasta chegou a cortar os longos cabelos para vender e assim comprar uniforme para os filhos. Aos poucos, fomos aprendendo a trabalhar na rua e na feira. E ajudávamos a família com algum dinheirinho. E então se comprava alguma carne e verduras. As carnes compradas eram as cabeças, pescoços e pés de galinha e as verduras, eram as pontas de feira. Minha madrasta ia na feira quando ela já estava quase acabando e aí comprava os restos por um preço bem menor.

Depois de anos vivendo essas experiências amargas, nós aprendemos a dar mais valor na comida e trouxemos essa educação para os nossos filhos e para a nossa casa.

Nós não jogamos comida no lixo. Embora minha esposa faça sempre um pouco mais do que nós comeremos, para atender alguém que possa chegar de última hora, quando terminamos a refeição, ela guarda todas as sobras. Até uma fatia de tomate é guardada. E depois comemos o que sobrou nas refeições seguintes.

Aprendemos com Jesus que as sobras devem ser ajuntadas para que nada se perca. E assim fazemos.

Certa vez, em Rio dos Crentes, eu vi um missionário comendo o resto que seus filhos haviam deixado nos pratos. Fiquei impressionado! Primeiro, ele esperou os filhos comerem. Depois ajuntou o que eles deixaram de sobra e comeu. E somente depois foi à panela para completar suas necessidades. Ele não desperdiçou nenhum grão de alimento. Aprendi que é assim que se faz.

Os recursos são sempre limitados. Mas podem ser potencializados por nossas boas práticas.

Em nossa casa, temos dois cestinhos para o lixo na pia da cozinha. Em um, colocamos o lixo seco: plásticos, latas e ossos. No outro, colocamos o orgânico: cascas de frutas e verduras. O lixeiro somente leva o lixo seco. O orgânico nós levamos para o quintal, onde as nossas galinhas aproveitam o que pode e o restante vira adubo.

Em nosso quintal, que hoje eu chamo de Mata do Vô, há 26 anos não nascia praticamente nada.

O terreno era o caminho das enxurradas que lavava tudo. Havia apenas algumas árvores. Desde então, as folhas dessas árvores nunca foram queimadas. Muramos o terreno e não deixamos nem saída para as águas da chuva. O que cai no terreno, fica no terreno. Hoje, temos uma variedade de plantas frutíferas. E, se perfurarmos o chão nas partes mais baixas, devemos encontrar uns 30 centímetros ou mais de terra preta, que foi produzida ao longo desses anos, através da decomposição de matéria orgânica. Nós pegamos dessa terra para estercar as plantas. Agora, tudo o que se planta, dá. Pode não dar muito, porque plantamos muito amontoado, mas temos frutas o ano todo. E mandioca e carás também. Neste ano eu plantei inhames.

Nós somos felizes porque tivemos bons exemplos. Na casa de meu sogro, em Goiânia, eles não apenas plantavam o quintal, mas aproveitavam até os locais das calçadas para plantar batatas. Na casa de meu pai, além do nosso quintal, nós plantávamos nos dois terrenos vizinhos ao nosso que estavam vagos. Na casa de minha mãe, nós comíamos mandioca frita no café da manhã.

Em Cristalândia, GO, o prefeito limpa os terrenos baldios e as pessoas plantam feijão neles. E estão tendo grandes colheitas.


Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão. Gênesis 8:22.


4. O ciclo da vida. Aprendemos que a vida planejada por Deus é cíclica. Assim sendo, o que acontece hoje, voltará a acontecer depois de um determinado espaço de tempo. De ano em ano temos o inverno da seca e o verão das chuvas. A Terra dá um giro em torno de seu próprio eixo em 24 horas e uma volta em torno do sol em 365 dias e algumas horas. O cometa Halley passa pela Terra a cada 75/76 anos. Vimos que é preciso conhecermos os ciclos e aprendermos a viver com eles, para tirarmos o máximo de proveito de cada temporada.


As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida. Provérbios 30:25.


5. É preciso fazer hoje para se ter amanhã. Aprendemos que em cada temporada de tempo bom, de chuvas abundantes e de vacas gordas, nós devemos nos esforçar para produzirmos o máximo que for possível, a fim de que tenhamos o necessário para o atendimento de nossas necessidades na referida temporada boa e nas seguintes, porque não temos garantia de que amanhã teremos o que precisamos.

Eu tinha 27 anos quando me casei com Lourdes e não tinha nada, embora tivesse ganho muito dinheiro. Naquele tempo, infelizmente, eu não tinha aprendido que é preciso fazer hoje para se ter amanhã. Quando eu tinha, eu esbanjava. Eu praticava aquele ditado que diz: “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza!”. E quando eu ficava desempregado e sem dinheiro, eu ia para a casa de meus pais. E eu achava que isso era perfeitamente normal. Só que não era. A Bíblia diz que “quem não trabalha, também não coma”. Mesmo depois de casado, ainda quis viver sob a sombra de meu pai, o qual fazia de tudo para que eu aprendesse a viver, sem grandes resultados. E quando ele começou a regrar e me puxar o tapete no atendimento das minhas necessidades, eu apelei e decidi deixá-lo. Naquele momento, foi muito doloroso. Mas, graças a Deus que aconteceu. A partir daquele dia, eu aprendi que, abaixo de Deus, eu deveria contar era comigo mesmo. E então decidi mostrar para o meu pai que eu não precisava dele para sobreviver. E ainda que a motivação não tenha sido a melhor de todas, ela deu certo.

A partir de 1986, quando deixei a casa de meu pai, sem nenhum centavo no bolço, com a mulher à beira de dar a luz ao nosso primeiro filho e apenas com as malas de roupa, eu dei um outro rumo para a nossa vida. Viemos para Poxoréu, onde minha mãe morava. Ficamos na casa dela por dois meses, até que Lourdes passasse pelo reguardo de nosso filho, o qual nasceu nove dias depois que chegamos. Fui trabalhar na Prefeitura. Depois do resguardo de Lourdes fomos morar em uma casinha de 25 metros quadrados: sala, cozinha, quarto e banheiro. E tinha um quintal, o qual cercamos de tela e plantamos uma bela horta. Plantamos toda a área. Até as cercas serviam de suporte para plantas trepadeiras. Lourdes e eu saíamos pelos cerrados e pastos de fazendas vizinhas à cata de estrume de gado para esterco em nossa horta.

Trabalhamos arduamente. O salário que recebia era usado para comprar comida, roupas, pagar os móveis e um lote à prestação que tínhamos adquirido. Depois construímos nossa primeira casa. E compramos outros lotes ao lado dela. E plantávamos tudo. Assim, ficamos livres do aluguel e garantimos que teríamos comida na mesa, caso ficássemos desempregados, mesmo que fosse guariroba, mandioca, batata, cará e frutas. Mas não fiquei desempregado. Pelo contrário, arrumei mais um emprego, considerando-o como um plano B de sobrevivência. Me tornei professor do Estado. No entanto, nunca esbanjamos o que ganhamos. Tirávamos o necessário para nossa manutenção e o restante nós investíamos em novos planos de sobrevivência.

Tempos depois comprei um sítio à prestação, que era para ser o plano C. Mas terminei trocando ele por um mercado, o Mercado Torixoréu. E nesse mercado, minha mulher e meus filhos trabalharam durantes muitos anos. Ele foi o nosso plano C.

Trabalhava de dia e de noite. Mesmo assim ainda voltei a estudar. As aulas eram nos feriados, férias e fins de semana. E assim, consegui fazer meu primeiro curso superior, chamado curso de férias, oferecido na minha cidade pela Universidade Federal de Mato Grosso. E me formei em Pedagogia. Fui reclassificado e meu salário no Estado aumentou. Com o incremento, fiz duas pós-graduação, uma na área administrativa voltada para a Prefeitura e outra na área de educação, que também contribuiu para o aumento do meu salário no Estado. Depois fiz o curso de Matemática na UFMT e Direito na UNIC, polos de Primavera do Leste. Eu ia e voltava todos os dias. Formado em Matemática, fiz meu segundo concurso de professor no Estado. Deixei a Prefeitura de Poxoréu. E tomei posse na segunda cadeira no Estado. Troquei de plano A. Estou aposentado nessas duas cadeiras (Planos A e B). Nós paramos com o Mercado Torixoréu em 2013 (perdemos o plano C). Só que não, pois em 2010 me tornei advogado e, até hoje exerço essa profissão (que é meu novo plano C). Ao longo desses anos, usei os recursos para construir algumas casas que alugo. O aluguel delas é o meu plano D.

Entendemos que é muito importante a gente trabalhar hoje pensando no amanhã. Defendemos que o sacrifício hoje vale a pena para que possamos ter um amanhã melhor. O sacrifício é temporal e passageiro, não é pela vida toda. Mas, se não fizermos hoje, o que hoje podemos fazer, então sofreremos privações tanto hoje, quanto amanhã. Ainda que possamos ser socorrido em nossas necessidades, normalmente esse socorro se dá com apenas o mínimo necessário para viver, não permitindo o desfrute do lazer e de outros prazeres.


Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes? Mateus 6:25.


6. Ansiedade e investimento. Aprendemos que a ansiedade sobre a sobrevivência futura é uma doença e deve ser evitada. Isso não significa que não devemos fazer nada para termos um futuro melhor. Muito pelo contrário. As ações de investimentos em nosso futuro são meios de cura da ansiedade em relação a ele. Aquele cuja sobrevivência depende apenas de um plano, pode ficar em situação difícil se esse plano falhar. Mas se temos dois ou mais planos, falhando um ainda teremos os outros.

José, quando foi chefe de governo do Egito instituiu a poupança obrigatória de 20% de toda a produção do país para atender eventuais emergências futuras.


Faça isso Faraó, e ponha administradores sobre a terra, e tome a quinta parte dos frutos da terra do Egito nos sete anos de fartura. Ajuntem os administradores toda a colheita dos bons anos que virão, recolham cereal debaixo do poder de Faraó, para mantimento nas cidades, e o guardem. Assim, o mantimento será para abastecer a terra nos sete anos da fome que haverá no Egito; para que a terra não pereça de fome”. Gênesis 41:34-36.

E José estabeleceu por lei até ao dia de hoje que, na terra do Egito, tirasse Faraó o quinto; só a terra dos sacerdotes não ficou sendo de Faraó. Gênesis 47:26.


José não estava ansioso em relação aos problemas futuros, principalmente porque ele estava tomando providências para evitá-los. Aprendemos que é assim que devemos proceder. Preocupar-se com a melhoria das condições de vida futura não tem nada a ver com ansiedade, mas sim com responsabilidade.

Entendemos e praticamos isso, por entender que é isso que Deus espera de nós.

domingo, 14 de fevereiro de 2021

O Plano de Salvação pelas cores


Este vídeo foi elaborado pela professora Nelci Teodoro  Pereira. A professora faz parte da Igreja Neotestamentária do Bairro S. Laura em Cuiabá,MT

domingo, 10 de janeiro de 2021

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Relatório missionários Isaias e Rosangela, Joab e Carla e Paulo Moraes e Nalva

Relatório missionário Isaias e Rosangela 2020

Nosso relatório começa no mês de fevereiro (13) na cidade de Curitiba, PR. Quando participamos do lançamento de mais um projeto do Pr. Gilberto Stevão autor do método da Alfabetização pela Bíblia, o Brasil Feliz. A missionária Rosangela, embaixadora da Bíblia no Mato Grosso do Sul, participou ministrando treinamento para irmãos de diversos estados do Brasil.
No dia 16 de fevereiro, vistamos o casal e Donisete Aparecido Gomes e sua esposa Ivete Maria Gomes que moram na cidade de Foz do Iguaçu, PR. O desejo do casal é abri uma igreja nesta cidade. Nesta mesma oportunidade levamos o casal na vizinha cidade de Puerto Iguaçu, na Argentina, para visitar o casal Javier e Maely Penajo, os quais estão à frente da igreja Neotestamentária naquela cidade.
Já no dia 22 de fevereiro, juntamente com o nosso neto Abdo Lins Almeida Cunha Kassar, o missionário argentino José Maria Iturriaga e o casal Júlio e Alicia Peralta, também argentinos, participamos do 64⁰ Acampamento de Família na Bolívia, no hotel El Pantanal na cidade de Arroio Concepção, cidade fronteiriça com o Brasil. Esse acampamento foi promovido pelos irmãos da igreja Neotestamentária da Frei Mariano, em Corumbá. Estiveram presentes 90 irmãos.
Paralelo ao Acampamento na Bolívia, participamos também no Acampamento do Portal da Fé na cidade de Corumbá, MS. Além dos estudos a missionária Rosangela realizou oficina com os professores de crianças.
Nestes eventos nós falamos de missão. Mostramos fotos dos missionários e falamos de cada um deles, onde moram e o que fazem. Deixamos um pequeno quadro com as fotos dos missionários para o mural da igreja.
Em março, preparando para viagem ao Pantanal, arrumando bíblias e material para levarmos as fazendas do Paiaguás, veio a Pandemia. Ficamos no escritório arrumando os armários e organizando a casa. Fiz forro para as cadeiras preguiçosas, costurei cobertura para os puffs da minha filha, costurei casaco para meu irmão.  Ficamos 8 semanas fazendo os cultos da Ceia do Senhor em casa (Rosangela e eu). Durante este período fiz alguns vídeos que estão no UMNT YouTube. Rô e eu   montamos uma pequena academia na casa da missão para fazermos exercícios físicos. No dia 26 de março tomamos a vacina para gripe. Neste período também mandei fazer máscara com a logo da missão para distribuir para alguns irmãos.
 No dia 30 de abril, como era aniversário da amada Rô fiz pizza 4 queijos, pantaneira no micro-ondas.
No dia 3 de maio estávamos fazendo a 7ª Reunião da Mesa do Senhor. Brincamos com o neto fazendo corrida de índio e tomamos banho de mangueira para nos divertirmos com ele.
No dia 11 de maio fomos numa Igreja, no Bairro Portal da Lagoa em Campo Grande, MS onde teria início uma sala de Alfabetização pela Bíblia, sob a coordenação da irmã Deize Azarias, a Márcia e mais uma auxiliar ministrariam o curso.
Resolvi viajar no dia 19 de maio para o Pantanal, no Paiaguás. Fui com meu cunhado para Corumbá, MS e ficamos mais uns dias (8 dias) ali por ordem da vigilância sanitária.  O objetivo da viagem era duplo: ajudar meu cunhado Hermilson que tem uma fazenda arrendada ali, e surgindo oportunidade pregaria o Evangelho para quem estivesse disposto a ouvir. Pela graça de Deus, isto aconteceu. Depois de alguns dias ali visitei algumas fazendas. Fui falar de Jesus Cristo de carro e também a cavalo.  Ganhei pessoas para Cristo e distribui algumas bíblias que tinha levado. No dia 29 de julho coloquei no YouTube https://www.youtube.com/watch?v=-IwFWQ18MwU&t=9s
um vídeo da minha façanha no Pantanal, mostrando o trabalho no Paiaguás. O vídeo foi editado pelo irmão diácono Adjair Borges, da Igreja Neotestamentária de Campo Grande, MS.
Rosangela resolveu fazer uma série de gravações com  Devocionais, Meditações e Testemunhos: Podcast Neo Miscelâneas. E também iniciar uma Jornada Bíblica entre Mulheres, através do google meet, tendo como colaboradora a irmã Michele Martins de Figueiredo, membro da igreja Neotestamentária da Planalto, em Campo Grande, MS.
Com a liberação das reuniões presenciais passamos a nos reunir com os irmãos da Igreja da Neotestamentária da Vila Kellen em Campo Grande no culto de domingo, pela manhã.  A igreja providenciou ajuda a irmãos com dificuldades financeiras e eu ficava responsável pela compra e distribuição dos gêneros alimentícios.
Em meio a perda de irmãos e outros afetados pela Covid, Rosangela e eu fizemos, no dia 22 de julho, 42 anos de casados. Comemoramos só com a filha, o neto, meu irmão Paulo e sua esposa Loris.
No dia 24 de julho, começamos com reuniões online, reunindo com lideranças através da internet. Todas as sextas feiras e o pastor Ivon fazia os cultos no sabado e domingo a noite. Foram reuniões agradáveis com a participação de liderança e testemunhos maravilhosos. Também criamos uma reunião online todas as quartas feiras as 4.30 horas o culto de oração “O Cantar do Galo”, esta reunião continua até os dias de hoje. Com partição de irmãos de MS, MT e AM
Rosangela resolveu fazer uma série de gravações com  Devocionais, Meditações e Testemunhos: Podcast Neo Miscelâneas. E também iniciar dia 07 de setembro a 1ª Jornada Bíblica entre Mulheres, através do google meet, tendo como colaboradora a irmã Michele Martins de Figueiredo, membro da igreja Neotestamentária da Planalto, em Campo Grande, MS. Essa jornada teve como participantes a missionária Marinalva Medeiros de Moraes, de Rondonópolis, MT, missionária Rosangela Lins Almeida, de Campo Grande MS, a psicóloga Gláucia Cristina de Oliveira Leite Torrezan, da Igreja Vila Kellen em Campo Grande, MS, Lídia dos Santos Carvalho da Igreja Duque de Caxias em Corumbá, MS, Juciane Azarias dos Santos da Igreja da Nova Corumbá, Corumbá, MS o Juiz Maurício Cleber da vara da Infância e Adolescência em Corumbá, MS e a missionária Maria Carleandia Martins de Oliveira, do Amazonas,
Depois que voltei do Pantanal fiquei responsável para “triangular recursos” para o poço do Retiro S. Bento, no Pantanal do Mato Grosso, viagens do irmão Amadeu no Amazonas, compra do motor para o barco do Pr. Eliezer Ribeiro, da igreja do Mocambo, AM. Além disto, telefonei diariamente para vários irmãos para saber como se encontravam e orar por eles.
Em Amambai, MS, no dia 24 de outubro visitamos uma tribo de índios Kaiuá. A missionária Rosangela falou aos pequenos e grandes ali presentes.
No dia 29 de outubro fomos a Foz do Iguaçu visitar novamente os irmãos Donisete Aparecido Gomes e sua esposa Ivete Maria Gomes.
No dia 18 de novembro iniciamos nossa viagem missionária com destino ao Mato Grosso, com o objetivo de ministrar estudos as igrejas “para relembrar as mentes já esclarecidas”, abordando temas doutrinários básicos, tais como segurança de salvação, batismo, culto doméstico, ceia do Senhor, investimento espiritual, oração,  e  palestra para casais. Falamos da necessidade de novos missionários e mostramos fotos dos atuais missionários da UNIÃO MISSIONÁRIA NEO TESTAMENTÁRIA
Já visitamos as igrejas de Sorriso, Nobres, Tangará da Serra, Nova Olímpia, Barra do Bugres e Cuiabá – igreja do Bosque da Saúde. De hoje até o dia 06 de janeiro ministraremos estudo na igreja do S. Laura, ainda em Cuiabá. Do dia 07 até o dia 10 de janeiro os estudos serão dados na igreja do Vila Rica, em Várzea Grande, MT.
No dia 11 de janeiro, queremos, dentro da vontade do Senhor, visitar a Igreja de Barão de Melgaço e a Igreja do Retiro São Bento, no Pantanal.
Depois iremos para Brasilândia, Primavera do Leste, S. Antônio do Leste, Rondonópolis, Poxoréo.
Nosso objetivo em Poxoréo é fazer a nossa base no rio dos crentes e dali coordenar e transmitir os estudos bíblicos, no período de Acampamento de Família, via online, através do Google Meet. Pedimos a colaboração dos irmãos no sentido de participarem massivamente desse nosso primeiro Acampamento online. Teremos apenas uma reunião por dia para todas as salas, desde o maternal até adultos. Seguindo o seguinte cronograma:
Dias 13, 14,15 e 16 de fevereiro
Horário: Maternal -  01 a 03 anos - 16 horas – tempo de ensino: 05 minutos
              04 a 07 anos – 16:15 a 16: 35 – tempo de ensino: 20 minutos.
              08 a 11 anos – 16:40 a 17:10 - tempo de ensino: 30 minutos.
              12 a 14 anos – 17:15 a 18:00 - tempo de ensino: 45 minutos.
               Adultos – 18:05 a 19:30 - tempo de ensino: 1hora 25minutos.
               Jovens – 19:35 a 20:45 - tempo de ensino: 1hora e 10 minutos.
                              Visitaremos a igreja de Jaciara, MT, dia 17.02.
 No dia 24.02 retornaremos a Campo Grande, MS, se Deus quiser.
Continuamos pedindo que orem por nós.

Barreirinha-AM

Relatório Missionário. Joab Nogueira

"Graças a Deus que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo" 1Co15:57.

Somos imensamente agradecidos ao Senhor, e a todos os que oraram por nós e nos ofertaram neste ano  que vai findando.

Fomos surpreendidos com o covide 19 que veio por permissão de Deus, para provar a nossa fé e fazê-la crescer, para que possamos superar  os obstáculos que virão em 2021, e triunfarmos com Cristo na expansão do seu Evangelho. Passamos por momentos de prova e angústia, mas também,  experimentamos momentos de refrigério e alegria,  com a família e a Igreja local. 

Dois casais da congregação se uniram em matrimônio, duas visitas missionárias realizadas em comunidades não evangélicas. Já estão se completando dois anos que estamos treinando futuras lideranças por meio de instruções e acompanhamento(estágio) e estamos com boa expectativa nesses irmãos para o ministério local. Neste ano, realizamos mutirões na construção da casa de um diácono aqui da congregação e também na melhoria do local de reuniões, como calçamentos, fossa e etc.

Aqui em casa, continuo a fazer o serviço de reboco, faltando apenas um quarto e as paredes externas para concluir. Carla e eu continuamos a cursar o ensino superior a distância, e assim, com Cristo, vamos superando os obstáculos e desafios, que o ano de 2020 nos propôs.

Contamos sempre com o apoio das igrejas e dos irmãos em oração para que no ano de 2021, continuemos ser sensíveis à sua vontade para a realização do seu serviço.

 Se o Senhor nos permitir, queremos visitar  três congregações rurais, de janeiro a março,  sendo Andirá Mirim dia 23 de janeiro, Mocambo do Arari  dia 05 de fevereiro  e Filadélfia do Rio Jacu no dia 12 de março, com permanência de três dias em cada localidade. Às demais, vamos programando na sequência. 

Temos plano para o final de 2021, de dezembro a janeiro de 2022, se  estiver na vontade do Senhor, de mudarmos de campo missionário. Já informamos com antecedência ao presidente da UMNT quanto a isso. Nosso desejo é mudarmos para o município de Ipixuna-AM.

Ipixuna é um município de mais de 30 mil habitantes, próximo ao Acre. Como muitos irmãos são sabedores, minha esposa é natural deste município. 

Há alguns anos estamos orando por esse objetivo e pedimos as vossas orações também. 

Agradecemos muito o amor e a preocupação que muitos irmãos têm demonstrado por nós e nossa oração é que Deus vos retribua com muitas bênçãos em Cristo. 

Cordialmente em Cristo,

Missionários Joab  e Carla. 

Vamos a 2021!!!

Abraço!

Relatório do missionário Paulo César Moraes  

Olhando para trás nos parece que poucas coisas fizemos. Iniciamos o ano com muita expectativa  infelizmente pouco pudemos fazer. Tínhamos o projeto de trabalhar com crianças no Jardim Rosa Bororo, aliás já havíamos iniciado mas a pandemia nos fez  retroceder. Nesse ano pela graça do Senhor conseguimos manter um culto de oração, estudo bíblico e ceia. Junto com os valentes conseguimos realizar quatro mutirões no decorrer do ano. Quero agradecer os irmãos oraram por nós e mesmo meio a pandemia contribuíram com missão vindo daí nosso sustento. Peço que continue nos apoiando em oração, temos o desejo de comprar um terreno para construímos salão da igreja. Queremos também continuar ajudando nosso irmãos na realização dos sonhos seja na construção de salão de reunião o mesmo pequena moradia dentro da condição dos valentes. Em meio a essa pandemia vimos a mão do Senhor sobre nós minha esposa e meus filhos foram infectados pelo coronavírus e o Senhor os restaurou dando o suprimento . Queremos desejar que o próximo ano possamos continuar a viver em intimidade com o Senhor.  Um grande abraço a todos.